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A vida ao contrário

16 de setembro, 00:30

Yannick Djaló não merece tudo o que tem passado, sobrevivido e aturado.

Ser talentoso não chega. Ter o dom de ser bom com a bola nos pés e fazer golos não é sinónimo de vida facilitada, dinheiro, conforto, felicidade. Que o diga Yannick Djaló, que nos últimos anos tem conhecido momentos no céu e no inferno.

Depois de um casamentos de sonho, divórcios conturbados, luta pelas crianças e guerra para se manter a jogar futebol, eis que a irmã morre de forma estúpida, impensável, atropelada.

Com ele longe, a tentar de novo a sorte, no campo, além-fronteiras. Pobre Djaló... Ninguém merece esta ‘sorte’.

Ele não merece tudo o que tem passado, sobrevivido, aturado. Com todos os defeitos que se possa ter, com os sonhos que se cumprem e os que ficam por cumprir, esta é uma ‘machadada’ profunda.

Que a sorte mude, que a vida melhore, que tenha os filhos e a família a seu lado nesta hora difícil.

Chega de confusão. E siga em frente.

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