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Juntos somos mais fortes

13 de fevereiro, 00:30

Saúdo as escolhas já conhecidas para as batalhas que se avizinham.

O sucesso de um projeto político assenta em três pilares fundamentais: as suas propostas, a sua conduta e os seus protagonistas. A reunião das melhores alternativas em cada uma destas dimensões é fundamental para alcançar os objetivos a que nos propomos.

As três dimensões estão intimamente relacionadas: as propostas serão tanto melhores quanto mais dinâmica, envolvente e mobilizadora for a ação política; a atividade política será tão mais capaz e tão melhor apercebida pelos cidadãos quanto mais for protagonizada por aqueles que melhor os representem e com os quais se identifiquem, a nível local, regional e nacional.

Em ano de eleições é ainda mais importante corresponder a tais necessidades. Fico naturalmente satisfeito por ver o meu partido mais "espevitado" e a mobilizar militantes e simpatizantes de Norte a Sul do País. Aprecio o esforço para coligir as melhores ideias para o futuro de Portugal com iniciativas como o Conselho Estratégico Nacional. E saúdo as escolhas já conhecidas para as batalhas que se avizinham.

Paulo Rangel é um político de enorme capacidade e prestígio, tendo assumido um papel extremamente importante em diversos contextos no Parlamento Europeu ao longo dos últimos mandatos, onde nunca se inibiu de exibir as contradições de um PS que muda de discurso mal atravessa a fronteira.

Da equipa a sufragar pelos eleitores terá que obrigatoriamente constar quem mais se destacou no desempenho parlamentar e melhor corporizou a representatividade do território (o Minho) a que se vinculou, José Manuel Fernandes.

Mas assim deve acontecer também nas próximas legislativas. E o princípio de que a liderança não promoverá qualquer razia, valorizando os candidatos pelo seu desempenho e respeitando as indicações locais deve ser assumido quanto antes pelo líder do PSD e não apenas por quem o representa.

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