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A mesma festa na meia-maratona de Lisboa mesmo sem a ponte

Segunda-feira - 12/3/2018
Atletas africanos dominaram o pódio masculino e feminino.

35 mil correm na meia maratona

Domingo - 22/3/2015
Cerca de 35 mil pessoas participaram este domingo na Meia Maratona de Lisboa. Este ano o evento teve um número recorde de participantes.

40 mil pessoas na meia maratona de Lisboa

Domingo - 16/3/2014

40 mil pessoas participaram este sábado na meia-maratona de Lisboa. A esmagadora maioria dos participantes eram amadores, que deram um colorido especial à ponte 25 de abril.

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Terça-feira - 12/11/2013
A Biblioteca Pública do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, Brasil, organizou anteontem um curioso evento

A miragem da ponte

Quarta-feira - 16/10/2013
A CGTP convocou uma manifestação contra os inimigos do costume: a "austeridade e o empobrecimento". Fica-lhe bem a intenção, mas o mesmo não se pode dizer da querela pelo ‘direito’ a desfilar no tabuleiro da Ponte 25 de Abril.

A verdade e a mentira

Quinta-feira - 21/4/2011
Vivemos um tempo em que a mentira se transformou numa nova especiaria comportamental. Vestindo-se ou travestindo-se de muitas e sofisticadas formas: omissão, inverdade, exagero, rumor, incoerência, quimera, ilusão, insinuação e até, às vezes, uma versão oficial por via do Diário da República.

BPN sem inocentes

Quinta-feira - 28/5/2009
O senhor que terça-feira à tarde subiu as escadas de S. Bento amparado por guardas prisionais, mas que durante a longa maratona da audição parlamentar se aguentou estoicamente até depois da meia-noite, respondendo aos deputados com ar bonacheirão, não é inocente do descalabro do BPN.

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Segunda-feira - 23/3/2009
Vivemos de símbolos e de mitos. Isto vem a propósito do filme ‘Che – O Argentino’, de Steven Soderbergh. Ernesto Guevara de la Serna foi um rapaz do seu tempo (‘Diários de Motocicleta’, de Walter Salles, é o seu panegírico), um ‘herói da revolução’. Os mitos são amados – pelo menos até que a revolução se decomponha.

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Terça-feira - 30/9/2008
Para já, a crise financeira chega a Portugal como um eco de falências e quedas na bolsa. O ‘cidadão médio’, no entanto, faz contas. E são simples: afastado da ribalta da grande especulação, limita-se a recordar as aulas de contabilidade salazarista, que é a mais apropriada para o seu caso – não pode gastar mais do que ganha.