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Procuradora da República que exerce funções na Maia testa positivo para coronavírus

Confirmação foi dada pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto.

Procuradora da República que exerce funções na Maia testa positivo para coronavírus
O Tribunal Judicial da Comarca do Porto revelou esta quarta-feira que uma procuradora da República que exerce funções na Maia testou positivo à infeção da covid-19, sendo este o segundo caso confirmado naquele núcleo, que foi encerrado na terça-feira.

Em comunicado, o Tribunal Judicial da Comarca do Porto especifica que "acabou de ser dado conhecimento ao juiz presidente que existe um novo caso positivo no núcleo da Maia".

"Trata-se de uma procuradora da República que ali exerce funções. É o segundo caso comunicado no período de poucos dias", refere a nota do tribunal, acrescentando que "está prevista para amanhã [quinta-feira] a desinfeção geral do edifício onde funcionam os Juízos do Núcleo da Maia".

O Tribunal Judicial da Comarca do Porto assegura que a desinfeção será feita por "técnicos competentes, munidos de equipamento de proteção individual, para a aplicação e manipulação segura do produto químico utilizado".

"Dado que essa proteção apenas é assegurada aos referidos técnicos, a empresa responsável não recomenda a presença de terceiros durante os trabalhos de desinfeção", termina a nota.

Na terça-feira à noite, o Tribunal Judicial da Comarca do Porto anunciou que decidiu encerrar o edifício do concelho da Maia por ter sido confirmado um caso positivo da covid-19, admitindo que existia "alarme geral" naquele núcleo.

"O conselho de gestão considera ser de elementar prudência encerrar por três dias o edifício onde funciona o Núcleo da Maia", lia-se num comunicado divulgado pouco depois das 20:00 de terça-feira e que surgia na sequência de um outro distribuído cerca de três horas antes, no qual este tribunal dava conta de que no sábado uma oficial de justiça foi submetida a teste rápido no Hospital de São João, no Porto, o qual se veio a manifestar positivo.

Ainda na terça-feira, em comunicado, a Câmara da Maia revelou que o presidente, António Silva Tiago, "evocou a possibilidade de ser decretado o estado de calamidade no concelho e a instituição de um cordão sanitário, mas o principal responsável da Administração [Regional] de Saúde do Norte [ARS-Norte] revelou que a situação da Maia não é diferente da maioria dos concelhos do Norte e do país".

"Acresce que um cordão sanitário se justifica, do ponto de vista técnico, quando se está perante uma transmissão comunitária, não havendo dados, neste momento, que isso se verifique na Maia, onde estão identificadas as cadeias de transmissão do vírus", referiu a autarquia, revelando que Silva Tiago "exigiu explicações ao presidente da ARS-Norte, solicitando indicações quanto às medidas a tomar".

Esta quarta-feira, foi aberto um centro de rastreio móvel Covid-19 na Maia junto ao estádio municipal para testar "profissionais das unidades de saúde do concelho", passando depois a atender, por agendamento, pessoas sinalizadas para o despiste, revelou fonte do município.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 428.000 pessoas em todo o mundo, das quais mais de 19.000 morreram.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, há 43 mortes, mais 10 do que na véspera (+30,3%), e 2.995 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 633 novos casos em relação a terça-feira (+26,8%).

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