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BE quer reforçar respostas integradas à violência doméstica

Para Catarina Martins, o estímulo para o reforço dessas respostas deve partir do Estado.

BE quer reforçar respostas integradas à violência doméstica
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) defendeu esta quarta-feira um reforço de respostas integradas para casos de violência doméstica, que articulem as forças de segurança e as respostas sociais, afirmando que os estímulos devem partir do Estado.

"O problema da violência doméstica é um problema complexo e para uma vítima conseguir sair da situação de violência precisa de soluções várias", sublinhou Catarina Martins.

A líder do BE esteve no Espaço Júlia - RIAV (Resposta Integrada de Apoio à Vítima), em Lisboa, onde é prestado um atendimento permanente especializado feito por técnicos de apoio à vítima e agentes da PSP.

No final da visita, Catarina Martins elegeu aquele espaço como um exemplo a seguir por assegurar uma resposta integrada e articulada às vítimas e afirmou que, acima de tudo, são necessárias mais organizações assim.

"Temos uma legislação que protege, que tenta combater a violência doméstica. Depois, no terreno muitas vezes as vítimas não têm toda a resposta de que precisam", diagnosticou, considerando que o problema não pode ser tratado apenas do ponto de vista policial.

"Sem prejuízo de podermos aperfeiçoar ainda a lei, Portugal precisa para responder às vitimas de muito mais articulação entre as respostas policiais e as respostas de apoio social e de emprego. O Espaço Júlia é o tipo de exemplo que precisamos de alargar ao país", acrescentou ainda.

Para Catarina Martins, o estímulo para o reforço dessas respostas deve partir do Estado, sem estar dependente da capacidade das autarquias e das esquadras locais.

"É preciso uma decisão com dotação orçamental, com meios para criar respostas destas, integradas, que juntem as forças de segurança com os técnicos sociais", defendeu a coordenadora do BE, referindo também a continuação da formação dos agentes da PSP e da GNR.

Catarina Martins reitera necessidade de acordo escrito para entendimento à esquerda
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins voltou a sublinhar a necessidade de um acordo escrito que incida sobre temas que considera fundamentais para que possa haver um entendimento estável com o PS.

Depois deter defendido, no frente a frente com António Costa, que os dois partidos devem celebrar novo acordo escrito, tal como em novembro de 2015, Catarina Martins voltou hoje a insistir na ideia, argumentando que é a única forma de garantir estabilidade.

"O PS sabe que terá de ser capaz de ter essa negociação se não tiver a maioria absoluta e a existência de um acordo escrito que dê estabilidade à vida das pessoas (...) precisará do BE reforçado como terceira força política", afirmou.

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