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Dona de casa de prostituição notificada pela PGR para prestar declarações sobre juiz que acusa de receber sexo oral

Denúncia foi realizada num debate sobre a legalização da prostituição.

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Correio da Manhã|06 de julho de 2020 às 17:25
Ana Loureiro, dona de uma casa de prostituição no Campo Grande, em Lisboa, foi notificada pela Procuradoria-Geral da República para prestar declarações, após ter recusado identificar o juiz que acusou no Parlamento de receber sexo oral durante videoconferências com menores.

A denúncia foi realizada num debate sobre a legalização da prostituição, em que Ana Loureiro foi ouvida como subscritora de uma petição com mais de quatro mil assinaturas, defendendo que a prostituição seja "uma profissão com descontos e regalias sociais como qualquer outro trabalho".

"Há um juiz em Portugal, que é o único juiz que faz videoconferência com menores em Portugal, e que mete o telemóvel assim [gesto com as mãos para explicar que o telefone fica na horizontal]... Para sexo oral. Assim que a criança começa a falar ele pede para [a prostituta] lhe fazer sexo oral até ao fim do julgamento. Eu pergunto a todos os deputados: o que é que vai na cabeça deste juiz? E nós? Podemos denunciar? Não, não podemos.”

Estas foram as declarações, na Assembleia da República e em direto no Canal Parlamento, de Ana Loureiro que levou o vice-presidente da Assembleia da República a enviar um ofício ao Ministério Público para se averiguar se há algum crime em causa. 
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